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Archive for the ‘Críticas’ Category

Atividade Paranormal 3 (Paranormal Activity 3) 2011

November 9th, 2011 No comments

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Crítica

Introdução: Depois de um início forte, Atividade Paranormal 2 decepcionou muitos, inclusive eu, minhas esperanças de que uma nova sequência superasse o primeiro eram praticamente nulas, mas por unicamente preconceito, errei feio!

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O filme: Atividade Paranormal 3 se passa em 1988 e conta como tudo começou, Dennis (Christopher Nicholas Smith) e sua mulher, Julie (Lauren Bittner) começam a se preocupar com suas filhas (na verdade, são filhas apenas de Julie, mas como diz o ditado, pai é quem cria), Katie e Kristi (protagonistas dos dois filmes anteriores, aqui, crianças) quando algumas coisas estranhas passam a acontecer na casa. Kristi, o foco do filme, a todo tempo interage com um amigo invisível de nome Toby, o qual ela sempre afirma que realmente existe, a principio tudo parece ser apenas produto da imaginação fértil de uma criança, mas após um terremoto Dennis percebe que havia algo no seu quarto, uma fita que era pra ser de sexo acaba mostrando uma estranha silhueta graças a poeira caindo do teto, essa é a válvula de escape para que Dennis fique obcecado em investigar o que está acontecendo naquela casa, mesmo contra a vontade de sua mulher. Ao contrário de seus dois antecessores, Atividade Paranormal 3 não é lento e parece seguir seu irmão de tema, o excelente Insidious, ao abusar de uma abordagem mais frenética e explicita e incrementar alguns novos elementos ao já batido gênero sobrenatural, e faz isso bem, por sinal, prova do que eu digo é que em momento algum o filme se torna cansativo ou dispensável, sempre tem algo ali e com um mínimo de atenção conseguimos perceber, talvez seu único pecado seja exagerar nas influências de outros filmes do gênero (principalmente o citado), algumas cenas dão aquela sensação de “eu já vi isso antes”, já como destaque positivo, cito a reviravolta final, que surpreende e muda completamente a direção que a série parecia querer tomar, esclarece muitas coisas, mas abre vários novos questionamentos que provavelmente serão abordados no próximo filme, que sinceramente, espero que seja o último, pois se melhorar, estraga!

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Conclusão: Erra feio em usar no trailer algumas cenas que foram cortadas e peca um pouco na originalidade, mas surpreende com os excessos e a criatividade além de prender o espectador com uma trama muito bem desenvolvida, sem dúvidas, um dos melhores filmes de terror do ano!

Direção: Henry Joost e Ariel Schulman

Estrelado por: Chloe Csengery, Jessica Tyler Brown e Christopher Nicholas Smith

Obs. Me recuso a colocar aqui o medíocre trailer que esse filme tem, muitas das cenas são alternativas ou cortadas!

A Centopeia Humana: Primeira Sequência (The Human Cetipede: First Sequence) 2010 (Repostagem/Estreia do novo formato)

August 4th, 2011 No comments

60%

Crítica (novo formato)

Introdução: Devido a reações negativas em relação à meu post sobre o filme “A Centopeia Humana”, fiquei refletindo sobre o que tinham achado de tão ruim no filme, por bom senso, resolvi assistir o filme mais uma ou duas vezes pra chegar à uma conclusão, e cheguei: vocês estavam certos, não em tudo, mas estavam.

Fiquem de olhos bem abertos, está começando mais um post!

Fiquem de olhos bem abertos, está começando mais um post!

O filme: O roteiro é simples, Dr. Heiter (Dieter Laser) é um médico louco que sequestra pessoas para fazer uma experiência não muito convencional com elas, um tipo de união entre mucosas (cu, boca, cu, boca, cu, especificamente) para o fim de criar uma espécie de centopeia, criativo né? Também acho. O problema é que ao assistir três vezes percebi que a criatividade do filme é de certo ponto mal explorada e se compromete muito por seu ritmo, tudo acontece muito lentamente e o tédio predomina em boa parte do filme. A falta de conteúdo acaba ficando muito visível, são muitas as cenas extensas e desinteressantes, ainda por cima, os personagens tem personalidade e emoções pouco explicitas e a fotografia meio fosca as vezes incomoda, mas o que mais irrita é a falta de impacto, que era o principal objetivo da projeção.

Essa falta de impacto na minha opinião vem da má exploração dos únicos elementos bons do filme, sendo uma, a experiência, que poderia tornar o nojento mais nojento ainda se usasse de recursos como computação gráfica para lidar com o procedimento de forma mais explícita (deixando as ataduras de lado, se é que você me entende) e explorar mais abusivamente o sofrimento das “cobaias”, a outra, o personagem de Dieter Laser, que devia se aprofundar mais quando fala de suas causas, teorias e objetivos para conseguir transmitir melhor a ideia de insanidade que seu personagem tenta passar.

Vem aqui cachorrinho, vem aqui!

Vale ressaltar que algumas cenas são realmente cômicas, como quando o médico trata a centopeia como um cachorro, e eu sinceramente não sei dizer se isso é um defeito ou não, mas risos provavelmente não podem ser levado como ponto negativo. Já que tensão, em momento algum o filme passa, porque não suprir com outra coisa?

Conclusão: Como pontos positivos, algumas cenas conseguem dar certa repulsa e a cena em que o médico explica como vai fazer o procedimento é até convincente e consegue passar certa frieza por sua parte.

Explicando a experiência como se fosse benéfica pra humanidade!

Em contrapartida, o filme não sabe exatamente qual é o seu lugar, pois é lento, não da medo e tem um mínimo nível de tensão, deixando ele entre o terror psicológico e a ficção cientifica sem se encaixar em nenhum dos dois, e é por isso que cheguei à uma conclusão, filme bom é filme que você suporta assistir varias vezes sem ficar entediado, esse não é o caso do “A Centopeia Humana”!

Direção: Tom Six

Estrelado por: Dieter Laser, Ashley C. Williams e Ashlynn Yennie.

Trailer

A Inquilina (The Resident) 2011

July 24th, 2011 No comments



Crítica: Suspense com a Menina de Ouro (atriz Hilary Swank) provoca mais risadas do que apreensão, numa história previsível que não traz nenhum acréscimo para o gênero. A primeira meia-hora que deveria solidificar uma compreensão do telespectador a cerca das personagens só faz cansar e a impressão que fica é que o filme só começa após um bom tempo.

O diretor Antti J. Jokinen ainda é novato no mundo cinematográfico (até então, dirigia séries e documentários para TV), mas escorregou feio ao apostar em fórmulas já exploradas demasiadamente. Os clichês são tão evidentes que se tornam cômicos, agora a vítima não apenas cai quando está sendo perseguida, como também bate “de cara” na parede. A velha história da mulher divorciada, que sofre com a separação, já foi explorada de todos os ângulos em várias outras produções, tal qual a típica paixão obsessiva que faz um maluco perseguir a protagonista. Algumas cenas perdem-se num amontoado sem importância, há uma cena (não tão curta) na qual a mulher está passando creme no corpo, admito que não me surpreenderia caso surgisse após aqueles instantes algum anúncio Dove.

Apesar da previsibilidade latente, A Inquilina ainda consegue imprimir tensão em algumas (raras) cenas, alcançando, provavelmente por isso, o direito de ser exibido nos cinemas. De importante podemos ressaltar os fatos: produção da HAMMER (que ressuscitou recentemente com o remake Deixe Ela Entrar) e  a participação de Christopher Lee (conhecido por já ter interpretado Drácula). É uma pena que uma atriz tão talentosa quanto Hilary Swank tenha participado de um projeto tão carente de originalidade.

Direção: Antti J. Jokinen.

Elenco: Hilary Swank, Jeffrey Dean Morgan, Lee Pace, Christopher Lee, Aunjanue Ellis, etc.

Trailer: