Jogos Mortais VII: O Final 3D (Saw 3D) 2010

Crítica: Andei lendo várias críticas negativas sobre esse filme, mesmo assim dei a cara a tapa e assisti, sim, ele não é o melhor, mas tem que se adimitir que era dificil fazer algo pior que a trindade 4/5/6, a essência é um pouco perdida, fato, pois Hoffman continua a utilizar armadilhas praticamente impossíveis de escapar, mas a resolução das brechas deixadas pelos outros além de inusitada é muito inteligente. O filme já começa com uma novidade, apesar de mediana se trata de uma morte com “público”, como nos outros a polícia fica a procura do assassino que, por sinal, se esconde muito bem, e no decorrer do filme vemos toda uma história sobre Bobby (Sean Patrick), um homem não apresentado em outros filmes que diz ter sido vítima de Jigsaw (Tobin Bell), o que é mentira já que ele engana toda a mídia apenas com o intuito de divulgar seu livro, assim, conseguindo fama e dinheiro, e o pior, ele consegue!
Hoffman (Costas Mandylor), que como seu antecessor, observa tudo, bota a prova a dignidade de Bobby realmente o colocando em várias armadilhas, onde ele deve salvar a sua pele e a de muitos outros, e ai começa a ação. Muitas mortes no filme são memoraveis, mesmo assim a magia cinematográfica da violência extrema típica de Saw é um pouco estragada por um sangue ralo e extremamente falso usado nas cenas, mas como a história é esclarecedora e a violência agrada, Jogos Mortal VII: O Final tem um resultado positivo, e merece ser assistido e comparado aos 3 anteriores para por a prova que não é ruim!
Direção: Kevin Greutert
Estrelado por: Tobin Bell, Costas Mandylor e Betsy Russell.
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